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Ezequiel requer aparelho de hemodiálise para Hospital Regional Mariano Coelho

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Fundado em 1943 e de lá até hoje prestando serviços à população de 24 municípios do Seridó, o Hospital Regional Dr. Mariano Coelho, localizado na cidade de Currais Novos está necessitando de investimentos na sua infraestrutura para garantir a qualidade de vida de 115 mil habitantes da região.

Conhecedor da importância daquele hospital, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB) solicitou do Governador Robinson Faria (PSD) e ao secretário de Saúde, George Antunes que seja destinado um equipamento de hemodiálise para àquele hospital.

“Em se tratando de saúde, tem-se que muitos indivíduos dos municípios do Seridó que são submetidos ao processo de hemodiálise, precisam se deslocar até a cidade de Caicó, para que consigam realizar esse procedimento. Por isso solicitei do Governo do Estado um equipamento de hemodiálise” justifica o deputado Ezequiel Ferreira.

O hospital é uma sociedade de fins filantrópicos, reconhecida pelo Ministério de Desenvolvimento Social. É conveniado com a secretaria de Saúde do Estado e tem ainda como parceiros a paróquia de Sant’Ana, da Diocese de Caicó, a Fundação Padre João Maria e Maternidade Ananilia Regina.

O hospital atende 24 municípios do Seridó: Acari, Bodó, Caicó, Campo Redondo, Carnaúba dos Dantas, Cerro Corá, Cruzeta, Equador, Florânia, Ipueira, Jardim de Piranhas, Jardim do Seridó, Jucurutu, Lagoa Nova, Ouro Branco, Parelhas, Santa Cruz, Santana do Matos, Santana do Seridó, São João do Sabugi, São José do Seridó, São Vicente, Tenente Laurentino Cruz e Timbaúba dos Batista.

“Como Currais Novos tem mais proximidade com esses municípios, a aquisição do equipamento proporcionará um percurso menor para os pacientes que fazem tratamento de hemodiálise, uma vez que já ficam debilitados com o próprio procedimento”, reforça o deputado Ezequiel.

Jacó Jácome propõe política de prevenção à violência contra profissionais da Educação

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O deputado Jacó Jácome (PSD) apresentou Projeto de Lei na Assembleia Legislativa propondo instituir uma política permanente de prevenção à violência contra profissionais da Educação da rede pública do Rio Grande do Norte. A medida visa promover a segurança e proteção dos servidores pedagógicos no ambiente escolar, imputando responsabilidades aos infratores.

“A educação com qualidade começa com o respeito e valorização dos profissionais da Educação. Além da necessidade de um plano de carreira justo, de salários compatíveis com a formação e com o trabalho desenvolvido, é imprescindível assegurar um ambiente de trabalho saudável. O fomento de práticas para inibir a violência no ambiente escolar é dever do Estado, da sociedade, dos corpos docente e discente e da família”, justiça Jacó.

O projeto busca coibir as violências física, psicológica, patrimonial e moral no âmbito escolar através da adoção de práticas e medidas preventivas e corretivas, além do incentivo à atividades que promovam a congregação e reflexão entre a comunidade escolar, pais e alunos.

As medidas de segurança propostas pelo Projeto de Lei devem incluir, entre outras, a promoção de campanhas educativas, penalidades ao infrator e metas para a redução da violência contra os profissionais da educação. O servidor pedagógico que for vítima de violência deverá procurar a direção da unidade escolar no intuito de que seja instaurado processo administrativo para apurar o ocorrido.

De acordo com o parlamentar, a escola é uma caixa de ressonâncias dos conflitos sociais. “Fenômenos como racismo, machismo, homofobia, intolerância religiosa, desrespeito às formações familiares que fogem à família tradicional, em maior ou menor grau, são reproduzidos dentro do ambiente escolar”, observa ele.

Larissa Rosado cobra plano de combate ao femicídio no Estado

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A deputada Larissa Rosado (PSB) apresentou requerimento na Assembleia Legislativa solicitando ao Governo do Estado a elaboração de plano de redução do femicídio no Rio Grande do Norte. Para a parlamentar, a violência contra as mulheres é presente e recorrente em nossa sociedade, motivando violações de direitos humanos e cometimento de crimes hediondos.

“É urgente e necessária a intervenção do Estado por meio da adoção de medidas estratégicas, concretas e permanentes, que possibilitem a redução do índice de femicídios em nosso Estado”, justifica Larissa Rosado.

De acordo com dados do Observatório da Violência Letal Intencional do RN (OBVIO), foram registrados 37 assassinatos de mulheres em 2017, sendo 10 vítimas a mais em relação ao mesmo período em 2016 e 4 em 2015. Os números apontam para um aumento de 37% em homicídios de mulheres e, destas, 6 tiveram as características de violência doméstica e/ou de gênero.

O femicídio é a perseguição e morte intencional de pessoas do sexo feminino, classificado como um crime hediondo no Brasil. A prática se configura quando é as causas do assassinato se dá por questões de gênero, ou seja, quando uma mulher é morta simplesmente por ser mulher.

ALRN

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