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DECISÃO DO ELEITOR PARA DEFINIR CANDIDATOS PARA O SEGUNDO TURNO SÓ VAI OCORRER DEPOIS DA SEGUNDA QUINZENA DE SETEMBRO

Quem estiver pensando que as pesquisas de intenções de votos que ora são divulgadas são parâmetros para o resultado final do pleito, pode e deve manter um pouco de parcimônia, se contendo para evitar comodismo fora de hora.

Já vi candidato eleito por antecipação em muitas dezenas de casos Brasil afora e aqui no meu estado, que não conseguiram se eleger.

É sabido que se a ex-governadora Rosalba Ciarlini  não tivesse sido vetada pelo senador José Agripino e disputado a eleição passada, o resultado hipotético poderia ou não ter sido outro.

Tivemos governadores de férias, sem contar a última eleição, quando o deputado Henrique Alves contava vencer no primeiro turno.

Em 1985, em campanha à prefeitura de São Paulo pelo PMDB, Fernando Henrique Cardoso sentou na cadeira do então prefeito Mário Covas, a quem pretendia suceder, na véspera das eleições, as primeiras para as capitais desde a ditadura. FHC havia aceitado uma sugestão de jornalistas para que pousasse instalado no gabinete do prefeito, em 14 de novembro. Resultado: perdeu o pleito por pequena diferença para o adversário Jânio Quadros.

Em Assú, faltando uma só urna para ser apurada, com uma vantagem de mais de 500 votos, João Batista Lacerda Montenegro, virou o quadro e venceu o pleito por 23 votos de diferença.

É preciso entender que o eleitor só vai entender essa campanha quando começar o horário eleitoral na rede aberta de televisão, ouvindo propostas concretas dos candidatos.

José Regis de Souza

REGIStrandro  

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